O Tejo precisa de segurança, fiscalização e visão de futuro
Não falta vigilância, mas faltam meios permanentes para impedir que, poucos dias depois de cada operação policial, tudo volte ao mesmo.
Também algumas embarcações turísticas levantam dúvidas sobre lotação, estabilidade e meios de salvamento, sobretudo quando transportam grupos concentrados nos conveses superiores.
Gosto deste turismo: já tive a oportunidade de jantar num catamarã-restaurante e contemplar Lisboa iluminada é uma experiência extraordinária.
Mas Lisboa não pode transformar o Tejo apenas num cenário turístico: deve preservar a atividade portuária, a pesca, a arte xávega e desenvolver melhor as praias da Costa da Caparica.
Precisamos de um verdadeiro ecossistema portuário, com espaço para o turismo, mas onde a segurança, a economia produtiva e o combate às atividades ilegais sejam prioridades.



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